sexta-feira, 13 de abril de 2012

4 dados do currículo que revelam mais do que se imagina

Olá Amigos,
Saúde e paz!
Considero o artigo de hoje muito relevante para os profissionais que buscam um emprego.
As dicas fornecidas por um especialista podem nos ajudar a melhorar o currículo, de forma a nos tornarmos mais atraentes para o mercado. É claro que o conhecimento que possuímos será nosso maior diferencial competitivo. No entanto, para demonstrarmos conhecimentos em uma empresa, é necessário primeiro passar pela fase de seleção, que envolve análise de currículo e entrevista. Se aprovados, virá a contratação.
Espero que possamos tirar o máximo proveito do artigo.
Desejo-lhes muito crescimento, felicidade, sucesso e ótimo final de semana!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes



Ricardo Basaglia, da Michael Page, revela como os headhunters interpretam as informações mais “inocentes” que colocamos nos currículos.

Na hora de elaborar um currículo há quem invista todos os esforços no design e em atributos que atraiam os olhos do recrutador. A estratégia vale apenas para algumas poucas carreiras.

Na grande maioria das oportunidades profissionais, no entanto, o que conta mesmo é o que o recrutador consegue ler nas entrelinhas dos dados que você lista. E, acredite, essas informações podem revelar de traços da sua personalidade a perspectivas de carreira.

Confira:

1. Nome da empresa

O perfil e ritmo das companhias que você já trabalhou revelam muito sobre quem você é, na prática. “Se o profissional passou por empresas que o mercado entende como mais agressivas e ficou um bom tempo em cada uma delas, entendemos que ele sabe trabalhar sobre pressão e tem muita energia, senão não teria durado na empresa. Teria sido demitido”, diz Ricardo Basaglia, diretor de RH da Michael Page.

Trabalhar em uma empresa menos dinâmica, por outro lado, pode indicar uma postura oposta a esta.

2. Período em que ficou em cada companhia

Pular de uma empresa para outra pega muito mal, a sabedoria popular já diz. E, dependendo do número de vezes que você assumiu essa prática, ela está certa, sim. “Demonstra instabilidade, mostra que o profissional não sabe o que quer para a carreira”, diz Basaglia.

Ou pior: que faz da própria trajetória profissional um verdadeiro leilão – onde leva quem oferecer mais dinheiro. De acordo com o especialista, já cai na malha fina do recrutador os profissionais que, ao longo de sua trajetória profissional, demonstram o hábito de ficar menos de dois anos em cada empresa.

Agora, isso não significa que, uma vez ou outra, sair rápido de um emprego pode acabar com sua reputação aos olhos do recrutador. “Pode ter sido uma correção de rota. Nós sempre vamos procurar saber qual foi o “drive” da movimentação: ele estava procurando um novo projeto ou foi só questão de salário?”, afirma o especialista. 

3. O que aconteceu neste período

Os resultados e movimentações que deram o tom da sua experiência em cada companhia também podem ajudar os recrutadores a traçar seu perfil profissional. Ou pelo menos, muni-los de interesse para convocar você para uma entrevista.

“Se o profissional passou 12 anos em uma mesma empresa e sempre fez a mesma coisa, entendemos que ele não quis sair da zona de conforto”, afirma. “Agora, se ao longo deste tempo, ele assumiu novos projetos, teve mudanças na rotina do seu dia a dia, mostra que ele cresceu”.

Nesta toada, as promoções testemunham muito positivamente para sua reputação diante dos recrutadores. “Demonstra que ele deve ter se empenhado muito numa atividade e demonstrado ter algo a mais”, diz o especialista.

4. Nível de inglês

Por outro lado, descrever em detalhes a escola e o tempo que dedicou ao estudo do inglês não contribui muito para que o recrutador avalie sua fluência no idioma. Neste ponto, a regra é ser objetivo. Você fala fluentemente, tem um nível avançado ou básico?



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