sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Abaixo os Funcionários; acima os Empreendedores!

Olá Amigos,
Saúde e paz!
O título do artigo chamou muito minha atenção. Trabalhei em empresas privadas durante muito tempo, mas sempre procurei ter o olhar de empreendedor. Nós estamos funcionários daquela empresa, naquele momento. No entanto, as mudanças são contínuas e precisamos estar preparados para sair da "zona de conforto" e fazer algo diferente.
Acredito que o cuidado com o patrimônio alheio, bem como o respeito às pessoas, ideias inovadoras para melhor desempenhar o trabalho, devem fazer parte de nossa vida enquanto profissionais e cidadãos. 
A visão empreendedora se amplia ao longo do tempo. Hoje sou dona de meu próprio empreendimento, tenho uma franquia virtual em parceria com a maior multicanal do mundo. Segundo o SEBRAE, o empreendedorismo é um dos segmentos que mais cresce no Brasil. Para saber mais, acesse o link: http://migre.me/brjrO .
Desejo-lhes muitas escolhas felizes, contínuo sucesso e ótimo fim de semana!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes   



Sim, os funcionários estão com os dias contados.

Infelizmente, as pessoas entram numa empresa com a mentalidade de funcionário. E o que é um funcionário? É alguém que “funciona”, ou seja, como aqueles robôs movidos à corda, que só anda quando você dá corda nele.

Também conhecido com “cinco para as seis”, esse é o sinônimo de funcionário. Ele diz que trabalha mal pelo fato de ganhar mal. Não se dá conta de que por não ser raro, por não fazer nada mais que benfeito é que está perpetuando o baixo rendimento. Nunca, em momento algum do mundo, haverá uma empresa que pague mais a funcionário pelo fato de ele se indignar com seu salário atual. A única maneira disso acontecer é a gente sair do pensamento de funcionário, e partir para o de empreendedor.

O funcionário detesta seu trabalho, seu salário, e, por mais difícil de entender que seja, seu maior sonho é a aposentadoria, embora, com pensamentos tão pífios, não se sabe por qual motivo ele sonha com ela. Talvez seja para ganhar pouco, mas, pelo menos, não ter que trabalhar mais um dia sequer na vida, afinal, quando são cinco para as seis já está com o cartão-ponto nas mãos.

Sei o quanto algumas empresas escravizam seu pessoal, e não falo unicamente do modelo de escravidão que tivemos num passado recente, mas, do fato do gerente ganhar um milhão por ano enquanto o seu assistente ganha mil reais por mês, embora trabalhe muito. É justo? Depende do ponto de vista.

Mas veja, se você não é o gerente que ganha milhões, e sim, o funcionário que ganha pouco, certamente há algum motivo para que cada um esteja no lugar em que está. Tirando o fato de o gerente ter casado com a filha do dono, ou dele ter sido desonesto na caminhada rumo â gerência, todo o restante se deve a algum talento, habilidade, ideias, resultados, competência que ele teve e tem.

Ou seja, se a cabeça do assistente não mudar de funcionário para empreendedor, ele vai morrer ganhando pouco e infeliz, culpando sempre o gerente ou a empresa, quando, na verdade, não percebeu que deveria fazer algo tão bom, tão raro, que seu próprio gerente pagaria mais, do próprio bolso, para não perdê-lo.

O empreendedor pensa na empresa como um todo, ele se preocupa com o gasto do cafezinho, da energia elétrica, com o atendimento dos clientes, mesmo sendo, ainda, apenas ascensorista da empresa. Ele se preocupa porque sabe que cada custo mal gasto significa seu salário mal pago.

Esqueça termos como “função, minha parte, não sou pago para isso, não é meu dever, não faço isso porque não me pagam”, e tantos outros que os funcionários adoram.

Não digo isso por ser empregador, pois já fui e serei eternamente empregado, afinal, cada cliente é meu patrão e adoro ser empreendedor.

Digo isso porque meu trabalho é ajudar você a se tornar empreendedor, a ganhar dinheiro fazendo coisas que não seriam tão benfeitas sem a sua presença. É isso que fará você ser bem sucedido na carreira e usufruir tudo o que uma vida profissional promissora tem para lhe dar.

Pense como dono, aja como dono, faça a diferença sendo empreendedor e não funcionário, e veja, no seu tempo, sua carreira decolar repleta de oportunidades a bordo.

Forte abraço, meu caro empreendedor, sucesso e felicidades sempre!

Professor Paulo Sérgio Buhrer



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